“O movimento sindical não esperava este tipo
de atitude de um governo como o atual”, afirmou o presidente da CTB, Wagner Gomes. Em nota, a
Executiva Nacional da CUT reafirmou o direito constitucional de greve e ressaltou que a medida do
governo “atropela o processo de diálogo e vai na contramão da legitimidade de uma paralisação em
defesa de salários e direitos”.
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