Mar 03, 2024

Mais uma vez, Correios ignoram o processo democrático e entram com dissídio coletivo no TST

Fentect

A ECT protocolou na tarde desta quinta-feira (13) o pedido de dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST), confirmando o que a Fentect sempre afirmou durante as negociações do Acordo Coletivo: que os Correios nunca tiveram intenção de negociar e nem de discutir as reivindicações dos trabalhadores.
Desde o início de julho, a ECT vem tentando convencer os trabalhadores, com “atas de reuniões” antes mesmo de ter acesso à pauta de reivindicações, que estava "tentando negociar" com a categoria.
Os gestores da ECT sabiam muito bem que para começar a negociar, a pauta teria que ser sistematizada e aprovada em assembleias e que, com o novo Comando da Fentect sendo composto por 1(um) integrante de cada sindicato, eleito também em assembleia, demandaria tempo. Se aproveitando disso, começou um plano de desmobilização nas bases, utilizando a Justiça para impedir que a categoria lute pelos seus direitos.
Percebendo isso, no início de agosto, a Fentect pediu a intermediação do Ministério Público do Trabalho, no sentido de continuar as negociações. E nesse mesmo dia, mais uma vez, a ECT divulgou em seu blog uma inverdade de que a "Fentect estaria dando um passo para a judicialização das negociações coletivas". Ora, então o que dizer desta atitude de hoje da ECT? A própria deu não só um passo, mas uma caminhada inteira contra os trabalhadores.
Mais contradições se percebem na ação dos Correios: divulgaram nota, no começo da semana, dizendo que apesar da greve nos Estados de Minas e Pará, a situação estava "normalizada". E na nota de hoje à imprensa, a empresa justifica a entrada no dissídio para garantir a "normalidade do atendimento a população", o que é um contrasenso.
Ainda argumentou, em seu pedido no TST, que pede a garantia de no mínimo 80% do contingente em atividade, quando ela mesma afirmou em nota anterior que "98% estava trabalhando normalmente".
É preciso dizer que o Comando de Negociação continua reunido em Brasília, em conjunto com a Assessoria Jurídica da Fentect, e que os trabalhadores do país inteiro continuam mobilizados e dispostos a lutar por melhores condições de trabalho para atender melhor a sociedade

A ECT protocolou na tarde desta quinta-feira (13) o pedido de dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST), confirmando o que a Fentect sempre afirmou durante as negociações do Acordo Coletivo: que os Correios nunca tiveram intenção de negociar e nem de discutir as reivindicações dos trabalhadores.

Desde o início de julho, a ECT vem tentando convencer os trabalhadores, com “atas de reuniões” antes mesmo de ter acesso à pauta de reivindicações, que estava "tentando negociar" com a categoria.

Os gestores da ECT sabiam muito bem que para começar a negociar, a pauta teria que ser sistematizada e aprovada em assembleias e que, com o novo Comando da Fentect sendo composto por 1(um) integrante de cada sindicato, eleito também em assembleia, demandaria tempo. Se aproveitando disso, começou um plano de desmobilização nas bases, utilizando a Justiça para impedir que a categoria lute pelos seus direitos.

Percebendo isso, no início de agosto, a Fentect pediu a intermediação do Ministério Público do Trabalho, no sentido de continuar as negociações. E nesse mesmo dia, mais uma vez, a ECT divulgou em seu blog uma inverdade de que a "Fentect estaria dando um passo para a judicialização das negociações coletivas". Ora, então o que dizer desta atitude de hoje da ECT? A própria deu não só um passo, mas uma caminhada inteira contra os trabalhadores.

Mais contradições se percebem na ação dos Correios: divulgaram nota, no começo da semana, dizendo que apesar da greve nos Estados de Minas e Pará, a situação estava "normalizada". E na nota de hoje à imprensa, a empresa justifica a entrada no dissídio para garantir a "normalidade do atendimento a população", o que é um contrasenso.

Ainda argumentou, em seu pedido no TST, que pede a garantia de no mínimo 80% do contingente em atividade, quando ela mesma afirmou em nota anterior que "98% estava trabalhando normalmente".

É preciso dizer que o Comando de Negociação continua reunido em Brasília, em conjunto com a Assessoria Jurídica da Fentect, e que os trabalhadores do país inteiro continuam mobilizados e dispostos a lutar por melhores condições de trabalho para atender melhor a sociedade.

 

A ECT protocolou na tarde desta quinta-feira (13) o pedido de dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST), confirmando o que a Fentect sempre afirmou durante as negociações do Acordo Coletivo: que os Correios nunca tiveram intenção de negociar e nem de discutir as reivindicações dos trabalhadores.

Desde o início de julho, a ECT vem tentando convencer os trabalhadores, com “atas de reuniões” antes mesmo de ter acesso à pauta de reivindicações, que estava "tentando negociar" com a categoria.

Os gestores da ECT sabiam muito bem que para começar a negociar, a pauta teria que ser sistematizada e aprovada em assembleias e que, com o novo Comando da Fentect sendo composto por 1(um) integrante de cada sindicato, eleito também em assembleia, demandaria tempo. Se aproveitando disso, começou um plano de desmobilização nas bases, utilizando a Justiça para impedir que a categoria lute pelos seus direitos.

Percebendo isso, no início de agosto, a Fentect pediu a intermediação do Ministério Público do Trabalho, no sentido de continuar as negociações. E nesse mesmo dia, mais uma vez, a ECT divulgou em seu blog uma inverdade de que a "Fentect estaria dando um passo para a judicialização das negociações coletivas". Ora, então o que dizer desta atitude de hoje da ECT? A própria deu não só um passo, mas uma caminhada inteira contra os trabalhadores.

Mais contradições se percebem na ação dos Correios: divulgaram nota, no começo da semana, dizendo que apesar da greve nos Estados de Minas e Pará, a situação estava "normalizada". E na nota de hoje à imprensa, a empresa justifica a entrada no dissídio para garantir a "normalidade do atendimento a população", o que é um contrasenso.

Ainda argumentou, em seu pedido no TST, que pede a garantia de no mínimo 80% do contingente em atividade, quando ela mesma afirmou em nota anterior que "98% estava trabalhando normalmente".

É preciso dizer que o Comando de Negociação continua reunido em Brasília, em conjunto com a Assessoria Jurídica da Fentect, e que os trabalhadores do país inteiro continuam mobilizados e dispostos a lutar por melhores condições de trabalho para atender melhor a sociedade.

 

 

Facebook